Clareza acima de jargão
Um relatório só tem valor quando a pessoa que decide consegue lê-lo. Traduzimos o técnico sem perder a precisão, para que o risco vire decisão em vez de dúvida.
Sobre a Tyvoran
Em 2014, três profissionais de resposta a incidentes atenderam a mesma empresa três vezes no mesmo ano. Nenhuma das falhas era complexa. Todas eram evitáveis. A Tyvoran começou ali — da recusa em tratar segurança como algo que só existe depois do estrago.
Segurança da informação tem um problema de linguagem. Ela costuma ser vendida em siglas e ameaças, num vocabulário feito para impressionar quem decide, não para ajudá-lo a decidir. Escolhemos o caminho oposto: explicar o risco em português claro e deixar que o cliente entenda exatamente o que está protegendo e por quê.
Não somos uma revenda de ferramentas. Software é parte do trabalho, mas a diferença está nas pessoas que interpretam o que a ferramenta mostra. Um alerta sem contexto é ruído. Um analista experiente transforma esse ruído em decisão — e é isso que entregamos.
Trabalhamos com um número deliberadamente reduzido de clientes por vez. Isso não é escassez de mercado; é escolha de método. Segurança feita bem exige conhecer a operação por dentro, e esse conhecimento não se constrói em escala industrial.
Acreditamos em relatórios que cabem numa reunião, em recomendações que a equipe de tecnologia consegue executar e em prazos que respeitamos. A confiança de um cliente se constrói na entrega discreta e consistente, não em promessas de palco.
Preferimos entregar menos e cumprir tudo a prometer o impossível e explicar depois.Como pensamos o trabalho
Nossos princípios
Um relatório só tem valor quando a pessoa que decide consegue lê-lo. Traduzimos o técnico sem perder a precisão, para que o risco vire decisão em vez de dúvida.
Nenhuma equipe corrige tudo ao mesmo tempo. Ordenamos as falhas pelo dano que causam e pela facilidade de exploração, para que o esforço vá primeiro onde mais importa.
A tecnologia muda a cada trimestre; o método permanece. Investimos em processo e em pessoas para não depender de uma única solução que amanhã pode ficar obsoleta.
O que aprendemos sobre a operação de um cliente fica com o cliente. Tratamos cada informação com o mesmo cuidado que esperaríamos para a nossa própria.
Quem conduz
Cada engajamento tem um responsável de ponta a ponta. Você fala com quem trabalha no seu caso, não com uma central de atendimento.
Quinze anos em resposta a incidentes e forense digital. Coordena o SOC e o plantão de plantão crítico.
Especialista em intrusão de aplicações e redes. Traduz achados técnicos em planos de correção que a área de TI consegue executar.
Ponte entre o jurídico e o técnico. Estrutura políticas de tratamento de dados e prepara clientes para auditorias.
Ajusta as regras de correlação do SOC e reduz o volume de falsos alertas para que o time olhe o que realmente importa.
Uma primeira conversa serve para entender o cenário e apontar por onde começar — mesmo que não seja com a gente.